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Dilma quer que investimento alcance 25% do PIB

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Segundo o ministro interino da Fazenda, Nelson Barbosa, o percentual de investimento hoje no Brasil é de 4,2%, com volume de recursos previsto na ordem de R$ 180 bilhões do ano.

 

 

A uma plateia composta por empresários, autoridades públicas e sociedade civil, que compõem o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, Dilma elencou as necessidades de injeção de recursos em logística, sobretudo em ferrovias e portos – já previstos em plano divulgado no ano passado.

 

 

“Fizemos um imenso esforço na área de infraestrutura e queremos que esse esforço tenha resultado”, disse a presidente. Segundo ela, “é impossível continuar transportando minério e grãos só por estradas”.

 

 

Ao falar do setor de portos, Dilma mandou um recado a centrais sindicais que se queixam da retirada da exclusividade do órgão gestor de mão de obra (Ogmo) dos portos aos terminais privados. Os trabalhadores alegam que isso pode reduzir direitos trabalhistas. “O Brasil tem de abrir os portos. Nós temos um imenso custo desnecessário em portos. Abrir os portos não é tirar um ou meio direito do trabalhador portuário”, afirmou Dilma.

 

 

Desonerações

 

 

A presidente prometeu no evento uma nova rodada de desonerações. Segundo a mandatária, é necessário que o País tenha “uma racionalidade de tributos”. “Neste ano vamos buscar isso”, assegurou a presidente. Dilma afirmou que “é óbvio que não temos todo o dinheiro do mundo para fazer desoneração, mas no ano passado fizemos desonerações signigicativas”.

 

 

Desde o ano passado o governo vem anunciando desonerações na folha de pagamento. Pelo modelo de desoneração, os empregadores dos setores beneficiados ficam isentos de pagar a contribuição obrigatória de 20% sobre o valor da folha de pagamento para o INSS. Em contrapartida, as empresas pagam de 1% a 2% (dependendo do setor de atuação) do seu faturamento bruto anual. O governo determinou que a alíquota de 1% vai incidir sobre as empresas do setor industrial e 2% para o segmento de serviços.

 

 

Competitividade

 

 

Dilma afirmou ainda que a busca pela competitividade e pelos investimentos no Brasil tem como alvo o desenvolvimento do País, que, segundo ela, deve ser de classe média. “Queremos chegar a ser uma nação desenvolvida. Queremos ser um País de classe média e para isso temos uma trajetória a cumprir”, afirmou Dilma. “Queremos que a taxa de investimento seja de 25%, mas com uma renda per capta mais significativa e elevada do que a atual”, explicou.

 

 

Racionamento

 

 

A presidente criticou a postura dos que previam racionamento de energia no fim do ano passado, quando o País enfrentava um desabastecimento nos reservatórios das usinas hidrelétricas. Segundo a presidente, o Brasil hoje apresenta segurança energética e também conta com um sistema de produção de energia hidrotérmica, isto é, conta com as termoelétricas para assegurar o abastecimento no País.

 

 

“É inadmissível dizer que vai haver racionamento quando não vai haver”, disse a presidente.”As mesmas vozes que diziam que devia haver racionamento no ano passado, se calam. E a consequência é nenhuma”, criticou Dilma, avaliando a postura crítica como “irresponsabilidade”.

 

 

 

Fonte: Terra

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